Dedicatória

Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar! Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia. Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.

sábado, 27 de março de 2010

Dor

Ah, essa dor tão aprazível,
Que sinto em meu coração
A dor de amar tão fundo, tão forte,
que o próprio amor se cala, em respeito.

Ah, essa dor, no fundo do peito,
que consente explosões de emoção
Como fogos de artifício dentro de mim,
Numa pirotecnia de êxtase espiritual.

Conforme cada pétala se abre,
O orgulho, a vaidade, o desejo,
todos se vão... e resta apenas o amor,
livre, desfilando em seu auto-respeito.

Numa reverência ensaiada,
me curvo diante de meu Mestre e Senhor.
A fagulha Crística que, dentro de mim, reina soberana
e saboreio a sua beleza eterna, tão distante da mundana.

Nenhum comentário:

Postar um comentário