Dedicatória

Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar! Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia. Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Lua

Eu quis, um dia, escrever para a Lua

Mas a Lua não quis meus versos,

E me cortou a Inspiração.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Inspirar+ação

Por Priscilla Lobo de Araújo

Quando nada mais faz sentido, todas as possibilidades se esgotam pelo tempo.
Aparece você num breve fim de tarde para alterar meu destino.
Talvez o destino de sofrer pelo nada em que se transformou meu dia.
Senti algo diferente quando as luzes se acenderam. As luzes do meu sorriso por ti. Pelas coisas tuas.
Pensamentos, palavras e possibilidades. Apenas Senti.
O amor só se faz sentir quando pode ser ofertado. É uma troca. Uma iguaria divina.
Ainda que esse desfrute seja o amor ofertado em carinho das minhas mãos pelos meus pés.
Coletivo e não individual.
E então, as luzes se acendem: a felicidade brilha nos olhos.
Os sorrisos desabrocham em mim cultivados pelo teu amor.
Amor de inspiração, de um fim de tarde. Me sinto poeta, tarde,
por não desabrochar antes e me tornar bela flor.
Por que a demora, se somente precisava do teu adubo?
Da energia que faria até as estrelas no céu acenderem?
Já é hora de partir. Partir para a noite já preparada em meu leito, onde não te encontro.
Impossível seria deixar de perceber que hoje, num dia que mudei o destino,
desabrochei em flor alimentada pelo teu doce amor.

domingo, 10 de agosto de 2008

Meu Amor e Teu Amor

Meu Amor

E nasceu o amor,
que fez desabrochar a flor.
E cresceu, em ardor,
para alimentar o fogo.

Me penetrou pelos teus poros,
Me absorveu sob o teu colo
e dançou espiralado
Desde o ventre do fogo até o céu estrelado.

Me unificou com você,
Me fez te amar e te ser
e por si só, se fez crescer
como fermento no bolo.

Ganhou pernas, ganhou braços
e aprendeu a dar abraços,
a beijar profundamente
e um pouco mais também.

E pediu mais, e mais,
E de tanto pedir, ganhou.
Aflorou em muitos berços
E dominou o Universo.

E por ter perdido a graça,
Criou seus próprios mundos.
Mas nunca se esqueceu de você,
Meu amor...

Teu Amor

Nada a declarar! Somente o Amor!

Obrigada por tanto amor, e por tal amor.
Amor que cura, que transforma
Que retorna ao âmago do peito
E faz retomar sensações perdidas pelo tempo afora.

Nada a declarar,
Só a declamar, o sentimento vivo
Que me alegra e faz desabrochar,
A cada manhã, a cada cantar.

Se soubesse como te ter aqui,
Reaprenderia novamente a lição
Pois já o tenho,
Glorioso e angustiante,
Pulsando em meu coração.

Nada mais tenho a querer,
Senão o amor que tenho de você.
É ele que move meu mundo
Que me faz rir, extasiar, florescer.

Te tocar será uma dádida,
pois o meu sentir já é completo.
Te ter aqui, lá adiante é o meu maior presente.
Te sinto! Estamos muito perto.

Mais que perto, vivo!
Mais que vivo, dentro!
Satisfazendo meu corpo, animando minh'alma.
Esse é o meu diário alento.

Já sei o que sinto por dentro:
É o fogo sagrado,
Alimentado por teu suave vento.

Te amo!

***Um presente que eu ganhei***

Quero Teus Beijos

Eu quero teus beijos
Num barquinho a velejar
Solitário, num braço de mar
E sozinhos, eu e tu a nos amar

E que esse barco deixe para trás o Rio
e janeiro e fevereiro, que se vão também
Para o barquinho penetrar o oceano
Como minh'alma penetra a tua.

Nua e crua, minh'alma e a tua
individuais, porém unas,
Como tudo, como o Todo.
Como o Universo:

Comum... em verso...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Sentindo

A vida não tem sentido
Flui para cima, para baixo,
Para a frente e para trás
e por mais que procure,
continua sem sentido.

A vida, é um amontoado de sentimentos
sensações fortes e fracas
que no final das contas
não fazem o menor sentido.

Sentimo-nos felizes agora,
e, mais tarde, sentimo-nos tristes
Sentimos o amor infinito,
Sentimos o fim de tudo chegar.

Analisamos friamente alguns sentimentos
e vivemos impulsivamente outros.
Mas sem dúvida, fazemos tudo errado.
E os poetas embelezam o resultado.

Porém, Falar de sentimento não é sentir.
Ter tal dicernimento, também não.
Mas muitos poetas por aí vêm e vão
crendo-se escritores do sentir.

Pergunte-se, sempre que for dormir:
O que eu senti hoje?

sábado, 7 de junho de 2008

Canto dos Templários

No templo da Cruz de Malta
o ouro reluz brilhante.
Brilhai ó nobres guerreiros
Templários, Templários, Templários

No caminho da Cruz de Malta,
conduz-nos em teus ensinos
e mostrem o brilho intenso
de tuas espadas e teus escudos.

Nos levem sob a bandeira
cristã do amor mais puro
Entreguem os teus presentes
secretos, sacros e sábios

Templários, Templários, Templários.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Espíritos da Floresta

Os espíritos da floresta
vêm chegando pra ensinar
Que o caminho da verdade
é que conduz à redenção.

Os espíritos da floresta
vêm chegando pra limpar
as mazelas e impurezas
que atrapalham o caminhar.

Deixe tudo para trás,
e caminhe sem pensar
pela trilha da floresta
ayahuasca, ayahuasca

Veja o brilho do caminho
e o cintilar da ilusão
Nem tudo que reluz é ouro
saiba disso meu irmão

Só uma coisa vale a pena,
Nesse mundo e nos outros
é o amor fraterno e puro,
é o amor fraterno e puro

Ayahuasca, ayahuasca,
ayahuasca, ayahuasca