Sou filho do vento.
Fui criado ao relento,
vagando por aí.
Sou filho do vento.
Nasci e cresci, amadureci
e continuei a mudar.
Pois o vento muda,
o vento se leva.
Ele gira e sobe,
e transmuta, o vento transmuta.
Sou filho do vento,
criado no momento
em que o momento mudou.
sou a mudança da forma
e a forma de mudança,
eu sou a dança, eu sou a dança.
Eu danço e me mexo,
eu brinco pois vejo
que seriedade não há motivo.
Eu sou o motivo do mundo mudar,
eu sou o futuro no vento a soprar
Sou filho do vento, sou filho do vento.
Dedicatória
Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar!
Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia.
Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.
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