Nossas vidas,
São passadas
E esta, meu bem,
será também!
Por tantas vezes
nos encontramos
E em todas suspiramos
O suspiro de um amor sincero
Vivemos na índia
Honrando os Devas,
Vivemos nas trevas
Vivemos em tribos
Tocando tambores
Sofremos as dores
Vivemos na europa
estudamos magia,
em meio à anomalia
Mas nossas vidas,
São Passadas
E esta, meu bem,
Será também!
Em todas as vidas,
Nos perseguiram,
E em todas,
Nos perseguirão
Ouvimos os uivos,
Viramos os lobos
Queimamos no fogo...
E novamente
O faremos,
Tudo de novo...
Nada de novo...
Mas nossas vidas,
São passadas
E esta, meu bem,
será também!
Dedicatória
Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar!
Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia.
Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.
sábado, 7 de outubro de 2006
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Bossa do desiludido
tu me disseste
Sou sua,
É seu o meu coração
E a lua
Eu disse não
Você disse me veste!
Eu gritei rua
Você me beijou
Me ama!
me implorou
retruquei, não posso, já amo,
Tu disse:
o amor é cigano!
E pra cama me empurrou
Eu chorei e disse:
Não!
cigana, ó infame,
é a paixão!
a carne e a fome
O amor é eterno
É fogo divino
que arde no inverno,
no velho e no menino
Tu não vais vencer,
pobre profana
o amor não pode morrer
Você que se engana...
Sou sua,
É seu o meu coração
E a lua
Eu disse não
Você disse me veste!
Eu gritei rua
Você me beijou
Me ama!
me implorou
retruquei, não posso, já amo,
Tu disse:
o amor é cigano!
E pra cama me empurrou
Eu chorei e disse:
Não!
cigana, ó infame,
é a paixão!
a carne e a fome
O amor é eterno
É fogo divino
que arde no inverno,
no velho e no menino
Tu não vais vencer,
pobre profana
o amor não pode morrer
Você que se engana...
As regalias do caminho
Ah... as regalias do caminho...
As flores na beirada...
os amigos de estrada,
que nos trazem um pouco de carinho
Ah, as regalias do caminho...
Os sonhos encantados,
Os poemas apaixonados
São eles que nos ajudam a continuar...
Em cada tropeço, se reerguer...
E cada vez mais, crescer
lembrando sempre de não se identificar...
As flores na beirada...
os amigos de estrada,
que nos trazem um pouco de carinho
Ah, as regalias do caminho...
Os sonhos encantados,
Os poemas apaixonados
São eles que nos ajudam a continuar...
Em cada tropeço, se reerguer...
E cada vez mais, crescer
lembrando sempre de não se identificar...
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Teus fios dourados
Teus fios dourados,
Espalhados
Teus olhos vidrados,
encantados.
Nossos beijos apaixonantes,
infantes
Nossa dança enebriante,
Flutuante.
Meu sorriso indiscreto
direto
Minha vida, minha alma
calma...
Espalhados
Teus olhos vidrados,
encantados.
Nossos beijos apaixonantes,
infantes
Nossa dança enebriante,
Flutuante.
Meu sorriso indiscreto
direto
Minha vida, minha alma
calma...
terça-feira, 3 de outubro de 2006
Te quero
Enquanto tantos querem tua alma,
Eu, que a possuo,
Estou perdendo a calma
Pois sou mortal!
Sou carnal!
Quero tua pele
Nos meus lençóis de seda
Quero, abraçado a tí,
seguir esta vereda...
Mas esse dia não chega!
E o tempo me enrola,
Esse ponteiro me cega!
Eu tento não dar bola
Mas é tarde demais
Já te amo,
e quem ama,
Quer sempre mais!
Eu, que a possuo,
Estou perdendo a calma
Pois sou mortal!
Sou carnal!
Quero tua pele
Nos meus lençóis de seda
Quero, abraçado a tí,
seguir esta vereda...
Mas esse dia não chega!
E o tempo me enrola,
Esse ponteiro me cega!
Eu tento não dar bola
Mas é tarde demais
Já te amo,
e quem ama,
Quer sempre mais!
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Poesia
A luz que batia em teu rosto
Enquanto você dormia:
Poesia
O sol que nasce na praia,
E o mergulho que me resfria:
Poesia
O xamã que canta na chuva.
Mil cânticos de euforia:
Poesia
Poesia, Poesia,
O fogo que queima no homem
Que mata o homem em vida
Poesia
Enquanto você dormia:
Poesia
O sol que nasce na praia,
E o mergulho que me resfria:
Poesia
O xamã que canta na chuva.
Mil cânticos de euforia:
Poesia
Poesia, Poesia,
O fogo que queima no homem
Que mata o homem em vida
Poesia
domingo, 1 de outubro de 2006
Aos mil de mim
Aos mil de mim,
Diabos senhores.
Aos que me vendi:
Não esperem grandes coisas
Aos mil de mim,
Futuros escravos.
Aos que serão aniquilados:
Seu destino é a poeira
Aos mil de mim,
que me fazem mortificado.
Aos pré-conceituados:
Terei meu fogo avivado
Aos mil de mim,
de destino incerto.
Aos que serão carvão:
No fogo divino, eus,
Vocês queimarão!
Diabos senhores.
Aos que me vendi:
Não esperem grandes coisas
Aos mil de mim,
Futuros escravos.
Aos que serão aniquilados:
Seu destino é a poeira
Aos mil de mim,
que me fazem mortificado.
Aos pré-conceituados:
Terei meu fogo avivado
Aos mil de mim,
de destino incerto.
Aos que serão carvão:
No fogo divino, eus,
Vocês queimarão!
Assinar:
Postagens (Atom)