E se eu tiver pra ti
Um sonho bom,
Posso dividir?
E se eu 'tiver' aqui
e te ver passar,
Posso te segurar junto ?
Posso te sentir...
Se tiver que ser,
Será que será?
Se eu te der o que toda mulher sonhou
Posso ter de você um sonho em Sol Maior?
Posso te cantar, mesmo se eu desafinar?
E se nós dois, juntos, formos mais
Sintéticos, estéticos, poéticos
Que tal sintetizarmos a beleza dessas Poesias em amor?
Dedicatória
Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar!
Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia.
Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Micro-Esfera
Minha poesia é meu melhor meio de filosofar
Ao escrever, questiono as nuances da vida
Remeço as minhas medidas,
Repenso os meus pensamentos.
E se num estudo filosófico me visto de máscaras
Não consigo mantê-las de pé na minha poesia
caem, uma a uma, todas, e me vejo nú,
perante o espelho da Alma.
Só aqui saberei quem realmente em mim está filosofando.
O questionador ou o respondedor,
O professor ou o aluno,
o vago... ou o Uno.
Só por trás destes versos é que tenho o meu canto,
meu Universo particular, uma esfera só minha
Pequenina, ou até, quiçá, micro,
Mas só minha
Ao escrever, questiono as nuances da vida
Remeço as minhas medidas,
Repenso os meus pensamentos.
E se num estudo filosófico me visto de máscaras
Não consigo mantê-las de pé na minha poesia
caem, uma a uma, todas, e me vejo nú,
perante o espelho da Alma.
Só aqui saberei quem realmente em mim está filosofando.
O questionador ou o respondedor,
O professor ou o aluno,
o vago... ou o Uno.
Só por trás destes versos é que tenho o meu canto,
meu Universo particular, uma esfera só minha
Pequenina, ou até, quiçá, micro,
Mas só minha
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Estética, Poética
Eu, logo eu,
Que sempre me esquivei da métrica,
Do respeito às boas formas poéticas
E até da rima precisa sem sentir.
Hoje me prendo à cotas e metros,
Eu que me furtei da técnica literária
Hoje me atenho à estética
Me vejo escravo da beleza,
buscando o equilíbrio da forma, da cor...
Eu que neguei render a poesia
Mas rendi o traço ao invés,
Será que terei o meu revés?
Que sempre me esquivei da métrica,
Do respeito às boas formas poéticas
E até da rima precisa sem sentir.
Hoje me prendo à cotas e metros,
Eu que me furtei da técnica literária
Hoje me atenho à estética
Me vejo escravo da beleza,
buscando o equilíbrio da forma, da cor...
Eu que neguei render a poesia
Mas rendi o traço ao invés,
Será que terei o meu revés?
domingo, 12 de junho de 2011
Se o sono me fugir
E se o sono me fugir, querida, como fugiu esta noite...
Que eu tenha seus olhos para olhar, e bem perto de mim
Pois eu jamais canso de olhar as estrelas,
E tê-las mais perto de mim é um sonho, sim.
No entanto, não sou como a sábia Helena,
Que as pintou em muros e se satisfez.
Preciso que elas cheguem naturalmente para perto de mim
E caso se escondam, que seja para um profundo e longo beijo.
Que eu tenha seus olhos para olhar, e bem perto de mim
Pois eu jamais canso de olhar as estrelas,
E tê-las mais perto de mim é um sonho, sim.
No entanto, não sou como a sábia Helena,
Que as pintou em muros e se satisfez.
Preciso que elas cheguem naturalmente para perto de mim
E caso se escondam, que seja para um profundo e longo beijo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Passei
Passei pelo o mundo como o sopro
da batida das asas de uma borboleta
E mudei o rumo dos ventos,
Cumprindo minha parte na Natureza.
da batida das asas de uma borboleta
E mudei o rumo dos ventos,
Cumprindo minha parte na Natureza.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Pode ser...
Pode ser só poesia, pode sim,
Mas se palavras são só palavras, meu bem,
Versos e estrofes vão muito, muito mais além.
Pode ser que você ache que eu não me sinto assim, pode sim
Mas se falar de romance é bobagem, meu bem,
Eu já não sei o que estou fazendo aqui.
Pode ser que o nosso Amor acabe, pode sim
Mas se viver o Presente já não vale, meu bem,
De que me vale viver, enfim?
Pode ser que você não me queira, pode sim
Mas desistir não é do meu feitio, meu bem,
E'inda hei de esquentar este teu coração frio.
Mas se palavras são só palavras, meu bem,
Versos e estrofes vão muito, muito mais além.
Pode ser que você ache que eu não me sinto assim, pode sim
Mas se falar de romance é bobagem, meu bem,
Eu já não sei o que estou fazendo aqui.
Pode ser que o nosso Amor acabe, pode sim
Mas se viver o Presente já não vale, meu bem,
De que me vale viver, enfim?
Pode ser que você não me queira, pode sim
Mas desistir não é do meu feitio, meu bem,
E'inda hei de esquentar este teu coração frio.
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