Deixei para trás meus preconceitos
e esqueci meu medo de ser feliz.
Cravei uma espada em meus ressentimentos
e decapitei minha pena de dizer a verdade.
Desembainhei a minha piedade,
montei em meu amor e cavalguei.
Viajei para as mais longínquas planícies,
e descansei no leito de plumas de meu coração.
Com minha armadura de humildade,
tornei-me duro como a rocha cúbica,
mas flexível como as águas do mar,
pois aprendi que posso errar.
Aprendi a me guiar pelas estrelas,
que me apontaram meu coração.
Descobri que o norte de minha bússola,
é o amor sincero por toda humanidade.
Iniciei minha jornada de cavaleiro,
Pelos augustos caminhos do Astral.
Sou um guerreiro do coração
lutando pelo domínio dos desejos.
Dedicatória
Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar!
Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia.
Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Roubaram meu coração
Roubaram uma parte de mim
e levaram para longe das minhas mãos.
Roubaram meu coração,
tentaram por fim no meu amor.
No meu peito, só ficou um buraco
um vão do tamanho do mundo.
Mas meu amor não ficou mudo,
E 'inda que longe, eu ouço seu brado.
minha espada, eu ainda porto
e meu escudo defende meu peito.
Um peito vazio com um furo,
que não se cansa de amar.
enquanto eu não achar meu coração,
enquanto esse vazio me perseguir, me permear,
eu vou continuar a te amar, humanidade minha.
Não vou te deixar, nem por um segundo.
e levaram para longe das minhas mãos.
Roubaram meu coração,
tentaram por fim no meu amor.
No meu peito, só ficou um buraco
um vão do tamanho do mundo.
Mas meu amor não ficou mudo,
E 'inda que longe, eu ouço seu brado.
minha espada, eu ainda porto
e meu escudo defende meu peito.
Um peito vazio com um furo,
que não se cansa de amar.
enquanto eu não achar meu coração,
enquanto esse vazio me perseguir, me permear,
eu vou continuar a te amar, humanidade minha.
Não vou te deixar, nem por um segundo.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Incompreensão
Houve um dia no passado,
em que não sabia o que dizer
e por isso muitos me disseram incompreendido.
Hoje, no entanto, que sei o que digo,
Muitos dizem que só penso que sei.
Ahh, humanidade carente,
bendito daquele que te ama e entende.
em que não sabia o que dizer
e por isso muitos me disseram incompreendido.
Hoje, no entanto, que sei o que digo,
Muitos dizem que só penso que sei.
Ahh, humanidade carente,
bendito daquele que te ama e entende.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Segredo da Serpente
Eu sinto essa força chegando
Eu sinto ela me trabalhando
A linha entre o ter e o Ser,
Aos poucos eu começo a ver.
As trevas vão se dissipando
A luz já se mostra brilhando.
O tambor do Caminho Vermelho
e a Oração do Cristão Verdadeiro.
Com o Mestre Supremo a zelar,
e sua Mãe a nos purificar.
Seus ensinos neste hino irei cantar
Des seus caminhos tortuosos, o princípio irei passar.
Observe o tempo bandido,
ou seu caminho estará perdido.
Atente à respiração,
Força de toda a criação.
Wakan Tanka nos abençoando,
Samael nos auxiliando
com o escudo e a espada de Marte
na guerra do Fogo que arde.
As duplas serpentes aladas,
Ao caduceu sempre atreladas
Subindo às Igrejas Principais,
Os sete selos ancestrais.
Com seus chakras bem alimentados
Teus pesares estarão sanados.
O alimento dos chakras, é Amor de marido e mulher
O Matrimônio Perfeito, da forma que Deus quer.
Eu sinto ela me trabalhando
A linha entre o ter e o Ser,
Aos poucos eu começo a ver.
As trevas vão se dissipando
A luz já se mostra brilhando.
O tambor do Caminho Vermelho
e a Oração do Cristão Verdadeiro.
Com o Mestre Supremo a zelar,
e sua Mãe a nos purificar.
Seus ensinos neste hino irei cantar
Des seus caminhos tortuosos, o princípio irei passar.
Observe o tempo bandido,
ou seu caminho estará perdido.
Atente à respiração,
Força de toda a criação.
Wakan Tanka nos abençoando,
Samael nos auxiliando
com o escudo e a espada de Marte
na guerra do Fogo que arde.
As duplas serpentes aladas,
Ao caduceu sempre atreladas
Subindo às Igrejas Principais,
Os sete selos ancestrais.
Com seus chakras bem alimentados
Teus pesares estarão sanados.
O alimento dos chakras, é Amor de marido e mulher
O Matrimônio Perfeito, da forma que Deus quer.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Gênesis II
***Antes de mais nada, ler Gênesis I***
Da primeira troca de olhares,
entre as mudas de coisa alguma,
Um sopro inédito correu o Universo,
e a ele Deus deu o nome Amor.
O Amor é o sopro constante,
do qual o calor é o anima da vida.
e cujo eterno movimento
determina as noites e os dias.
Assim surgiram noites e surgiram dias
e com eles, as estações do ano,
recheadas de frutos, flores e outras regalias
e então Deus se absteve de interferir na criação.
Porém, aquelas mudas de coisa alguma,
que com o passar do tempo se nomearam homem,
foram aos poucos se esquecendo de sua criação, o Amor
E logo deixaram de senti-lo.
Ao deixar de sentir o amor, o homem esqueceu o paraíso,
E mesmo sem se mudar de lá, deixou de percebê-lo.
Hoje o homem prega que Deus o abandonou,
e sofre a toa, apenas por ter esquecido o amor.
Da primeira troca de olhares,
entre as mudas de coisa alguma,
Um sopro inédito correu o Universo,
e a ele Deus deu o nome Amor.
O Amor é o sopro constante,
do qual o calor é o anima da vida.
e cujo eterno movimento
determina as noites e os dias.
Assim surgiram noites e surgiram dias
e com eles, as estações do ano,
recheadas de frutos, flores e outras regalias
e então Deus se absteve de interferir na criação.
Porém, aquelas mudas de coisa alguma,
que com o passar do tempo se nomearam homem,
foram aos poucos se esquecendo de sua criação, o Amor
E logo deixaram de senti-lo.
Ao deixar de sentir o amor, o homem esqueceu o paraíso,
E mesmo sem se mudar de lá, deixou de percebê-lo.
Hoje o homem prega que Deus o abandonou,
e sofre a toa, apenas por ter esquecido o amor.
O Eterno Retorno
E quando Pessoa, o Fernando,
Descobriu que aqueles seus versos,
que sempre temeu quem leria,
haviam voltado às suas mãos,
uma lágrima, incerta se de alegria ou de pavor,
correu-lhe o rosto.
Descobriu que aqueles seus versos,
que sempre temeu quem leria,
haviam voltado às suas mãos,
uma lágrima, incerta se de alegria ou de pavor,
correu-lhe o rosto.
Solidão muda
Ah, a solidão silenciosa
inexorável ante as oportunidades da vida
Tão sós, os poetas mais sublimes,
que, com tantos sentimentos, se embriagam de silêncio.
As mais belas donzelas os olham sorridentes,
e mantém-se sós, quase que por escolha própria
a leveza e a firmeza de seus atos, tocam os mais puros corações
mas os seus próprios, se agitam descrédulos.
Para cada bela dama que lhes cruza o caminho,
um pensamento de derrota lhes ocupa a mente.
Mas quando será que o poeta descobrirá o segredo
de que a mente mente?
inexorável ante as oportunidades da vida
Tão sós, os poetas mais sublimes,
que, com tantos sentimentos, se embriagam de silêncio.
As mais belas donzelas os olham sorridentes,
e mantém-se sós, quase que por escolha própria
a leveza e a firmeza de seus atos, tocam os mais puros corações
mas os seus próprios, se agitam descrédulos.
Para cada bela dama que lhes cruza o caminho,
um pensamento de derrota lhes ocupa a mente.
Mas quando será que o poeta descobrirá o segredo
de que a mente mente?
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