Basto!
Basto a mim mesmo,
Basta-me o Ser,
e sou Feliz!
Basta Viver...
Agora e sempre,
O Agora... sempre...
Só não me basta o conhecimento, que jamais termina.
E a poesia, que embora finita em sua incompletude,
Flui sem começo e nem fim pela minha alma...
Não me basta a infinitude da poesia que me traz a Calma
Quando a coloco em palavras.
Acalma, posto que poesia, não é a arte de escrever,
mas de por em palavras
os sentimentos, imagens, momentos,
texturas, torturas
verdades e mentiras.
Poesia é a arte de gerar revoltas no Ser,
Abrir as comportas do Sentir, e fluir...
Fluir através do Universo,
Como a eletricidade que corre num fio.
Como uma doce Verdade... Absoluta...
Que se eterniza apenas por Ser...
Sem luta.
Basto.
Dedicatória
Dedico este blog a todas as palavras a serem sentidas, a todos os sentidos a serem floridos, a todos os sorrisos e risos. Às pessoas prontas para sorrir e às maduras o suficiente pra chorar. Dedico a quem sabe amar e gargalhar... a quem pode se orgulhar!
Dedico também à espontaneidade, que é mãe da boa poesia e da filosofia. e já que falamos da mãe, falemos também do pai, que é o sentimento que semeia a espontaneidade para gerar sublime deusa, poesia.
Dedico à poesia, a poesia. Ao amor, mil utopias. Dedico este blog a quem me faz sofrer, já que o sofrimento é irmão do sentimento, que é pai da poesia. dedico também, e principalmente, aos amigos de verdade, àqueles que — nem eu nem eles — não têm falsidade.
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Gostei.
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